Clube brasileiro mantido em sigilo já manifestou interesse em contar com o meia-atacante.
A grande fase de Carlos Eduardo no Rubin Kazan, da Rússia, vem
despertando o interesse de grandes clubes do futebol brasileiro. Com a
venda de Lucas para o Paris Saint-Germain no final de 2012, o nome do
meia-atacante passou a ser bem visto nos corredores do Morumbi.
Apesar das especulações recentes, o empresário do atleta, Jorge Machado, negou, em entrevista por telefone ao R7, que o São Paulo tenha o procurado para dar início ao processo de negociação.
- Só recebi ligações de empresários e de pessoas que se dizem ligadas ao São Paulo, mas oficialmente ninguém me procurou.
R7 lista desafios para o prefeito de São Paulo visando à Copa
Diferente do Tricolor paulista, outro time já contatou Machado e manifestou o desejo em contar com Carlos Eduardo. Ao ser questionado sobre a equipe interessada, o empresário desconversou e disse que não está autorizado a passar mais informações sobre o envolvido.
Veja carrões que fazem a cabeça dos tenistas
O meia-atacante tem contrato com o Rubin Kazan até junho de 2014. Quem quiser contratá-lo, precisará desembolsar cerca de R$ 210 milhões. Com a multa rescisória extremamente elevada para os padrões mundiais, Machado disse que o empréstimo é a única alternativa para o atleta retornar ao País.
- A condição de o Carlos Eduardo vir para o Brasil seria apenas por empréstimo. A venda é inviável.
“Cadu” deixou saudade por onde passou
A trajetória de Carlos Eduardo teve início em 2001, quando o atleta tinha apenas 14 anos de idade. Após seis anos na base do Grêmio, a jovem promessa recebeu uma oportunidade no profissional. Em aproximadamente seis meses no Tricolor, ele conquistou o Campeonato Gaúcho e o vice-campeonato da Libertadores da América.
Com grandes atuações, “Cadu” despertou o interesse do Hoffenheim, que o contratou por R$ 21 milhões. Na Alemanha, o meia-atacante foi peça fundamental na campanha de acesso à primeira divisão do nacional e esteve entre os maiores assistentes do Campeonato Alemão no ano seguinte. Em agosto de 2010, o Rubin Kazan chegou com uma “bolada” de dinheiro e contratou Carlos Eduardo por R$ 63 milhões.
O retorno para o Brasil pode facilitar a convocação de Carlos Eduardo para a seleção. Desde a efetivação de Mano Menezes, em 2010, o atleta só foi convocado para os primeiros amistosos, diante dos Estados Unidos, Irã e Ucrânia.
Apesar das especulações recentes, o empresário do atleta, Jorge Machado, negou, em entrevista por telefone ao R7, que o São Paulo tenha o procurado para dar início ao processo de negociação.
- Só recebi ligações de empresários e de pessoas que se dizem ligadas ao São Paulo, mas oficialmente ninguém me procurou.
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Diferente do Tricolor paulista, outro time já contatou Machado e manifestou o desejo em contar com Carlos Eduardo. Ao ser questionado sobre a equipe interessada, o empresário desconversou e disse que não está autorizado a passar mais informações sobre o envolvido.
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O meia-atacante tem contrato com o Rubin Kazan até junho de 2014. Quem quiser contratá-lo, precisará desembolsar cerca de R$ 210 milhões. Com a multa rescisória extremamente elevada para os padrões mundiais, Machado disse que o empréstimo é a única alternativa para o atleta retornar ao País.
- A condição de o Carlos Eduardo vir para o Brasil seria apenas por empréstimo. A venda é inviável.
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A trajetória de Carlos Eduardo teve início em 2001, quando o atleta tinha apenas 14 anos de idade. Após seis anos na base do Grêmio, a jovem promessa recebeu uma oportunidade no profissional. Em aproximadamente seis meses no Tricolor, ele conquistou o Campeonato Gaúcho e o vice-campeonato da Libertadores da América.
Com grandes atuações, “Cadu” despertou o interesse do Hoffenheim, que o contratou por R$ 21 milhões. Na Alemanha, o meia-atacante foi peça fundamental na campanha de acesso à primeira divisão do nacional e esteve entre os maiores assistentes do Campeonato Alemão no ano seguinte. Em agosto de 2010, o Rubin Kazan chegou com uma “bolada” de dinheiro e contratou Carlos Eduardo por R$ 63 milhões.
O retorno para o Brasil pode facilitar a convocação de Carlos Eduardo para a seleção. Desde a efetivação de Mano Menezes, em 2010, o atleta só foi convocado para os primeiros amistosos, diante dos Estados Unidos, Irã e Ucrânia.
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