Ariel Setton, 19 anos, pode se orgulhar em dizer que estuda em uma das melhores universidades do mundo. Após terminar o colégio, o jovem deixou o País para embarcar para Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), onde foi aprovado no ano passado. A universidade liderou o ranking de melhores do mundo da revista Times Higher Education, deixando para trás Harvard, Oxford e Stanford.
Ariel faz parte de um time seleto. Segundo ele, apenas cinco brasileiros (três pós-graduandos e dois graduandos) estudam na Caltech. Entre os sonhos posteriores, está trabalhar na NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço).
O jovem não fez curso pré-vestibular. Desde cedo, ele sabia que isso não seria suficiente para concorrer às vagas das universidades americanas. Além de se sair bem no SAT (Scholastic Assessment Test), o vestibular americano, Ariel foi avaliado por seu histórico escolar, atividades extracurriculares, seu desempenho em esportes e em competições acadêmicas (como a Olimpíada Brasileira de Matemática) e até suas atividades comunitárias.
— Por isso, quem quer estudar nos EUA precisa se concentrar nos próprios pontos fortes, obter bons resultados nas atividades que pratica e, é claro, estudar bastante.
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Filho de pai corretor de imóveis e mãe formada em direito, Ariel conta que os pais o estimularam desde cedo a aprimorar seus talentos, como matemática e a música. Foi durante o ensino médio que um coordenador falou sobre a chance de estudar fora do Brasil.
— Naturalmente, corremos atrás.
Ariel conta que ainda que não decidiu no que quer trabalhar, porque diz acreditar que após cursar computer science (ciência da computação) terá muitas opções.
— A NASA é definitivamente uma possibilidade.
Aprovações
Das nove universidades para as quais se candidatou (Caltech, Stanford, MIT, Columbia, Princeton, Harvard, Harvey Mudd, Duke e Johns Hopkins), Ariel foi aceito em três: Caltech, Columbia e Princeton.
— Lembro-me como se fosse ontem de quando recebi um e-mail, às 7h da manhã, intitulado "Welcome to Caltech" (Bem-vindo a Caltech). Foi motivo de comemoração imediata! Depois de alguns dias, fiquei surpreso de ter passado na universidade mais difícil da minha lista, mas não nas mais fáceis! Vai entender.
Dicas e custos
Ariel dá um conselho simples a quem sonha em estudar fora: “comece cedo".
— Se possível, participe de atividades extracurriculares, mas concentre seus esforços naquelas que você mais gosta e se sai melhor.
Sobre o custo, Ariel lembra que universidades boas dão bolsas parciais ou até integrais para alunos com necessidades financeiras. Ele, por exemplo, recebe bolsa de 30%. Na Columbia, conta, recebeu oferta de quase o dobro disso.
— De modo geral, se você passar em uma universidade, ela fará o que puder para garantir que você estude nela.

Ariel faz parte de um time seleto. Segundo ele, apenas cinco brasileiros (três pós-graduandos e dois graduandos) estudam na Caltech. Entre os sonhos posteriores, está trabalhar na NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço).
O jovem não fez curso pré-vestibular. Desde cedo, ele sabia que isso não seria suficiente para concorrer às vagas das universidades americanas. Além de se sair bem no SAT (Scholastic Assessment Test), o vestibular americano, Ariel foi avaliado por seu histórico escolar, atividades extracurriculares, seu desempenho em esportes e em competições acadêmicas (como a Olimpíada Brasileira de Matemática) e até suas atividades comunitárias.
— Por isso, quem quer estudar nos EUA precisa se concentrar nos próprios pontos fortes, obter bons resultados nas atividades que pratica e, é claro, estudar bastante.
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Filho de pai corretor de imóveis e mãe formada em direito, Ariel conta que os pais o estimularam desde cedo a aprimorar seus talentos, como matemática e a música. Foi durante o ensino médio que um coordenador falou sobre a chance de estudar fora do Brasil.
— Naturalmente, corremos atrás.
Ariel conta que ainda que não decidiu no que quer trabalhar, porque diz acreditar que após cursar computer science (ciência da computação) terá muitas opções.
— A NASA é definitivamente uma possibilidade.
Aprovações
Das nove universidades para as quais se candidatou (Caltech, Stanford, MIT, Columbia, Princeton, Harvard, Harvey Mudd, Duke e Johns Hopkins), Ariel foi aceito em três: Caltech, Columbia e Princeton.
— Lembro-me como se fosse ontem de quando recebi um e-mail, às 7h da manhã, intitulado "Welcome to Caltech" (Bem-vindo a Caltech). Foi motivo de comemoração imediata! Depois de alguns dias, fiquei surpreso de ter passado na universidade mais difícil da minha lista, mas não nas mais fáceis! Vai entender.
Dicas e custos
Ariel dá um conselho simples a quem sonha em estudar fora: “comece cedo".
— Se possível, participe de atividades extracurriculares, mas concentre seus esforços naquelas que você mais gosta e se sai melhor.
Sobre o custo, Ariel lembra que universidades boas dão bolsas parciais ou até integrais para alunos com necessidades financeiras. Ele, por exemplo, recebe bolsa de 30%. Na Columbia, conta, recebeu oferta de quase o dobro disso.
— De modo geral, se você passar em uma universidade, ela fará o que puder para garantir que você estude nela.
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